Em janeiro deste ano, o BTG realizou uma emissão de um “green bond” (“título verde”), que consiste em um título privado no qual a captação deve ser destinada a projetos sustentáveis.

O resultado foi uma captação de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 3 bilhões).

Com isso, recentemente, o banco aderiu ao Sustainable Bond Network (SBNS), que consiste em um banco de dados da Nasdaq sobre emissões sustentáveis, como foi a do BTG, nas Bolsas mundo afora.

O banco é a primeira instituição financeira da América Latina a fazer parte dessa seleta “lista”.

O título emitido pelo BTG tem vencimento em janeiro de 2026 e taxa fixa de  2,75% a.a.

Essa emissão, assim como a entrada no SBNS, vem em linha com os planos do BTG para o futuro e com a sua “agenda verde”, com o banco aderindo cada vez mais a práticas sustentáveis e a políticas “ESG” nos últimos tempos.

No ano passado, por exemplo, o BTG lançou o primeiro Fundo ESG do País; neste ano, lançou um Fundo de Investimento com foco em investir em empresas que tenham como objetivo gerar retornos sólidos ao mesmo tempo em que impactem positivamente o meio ambiente e a sociedade.

Atualmente, o banco possui até mesmo uma área de Investimentos Sustentáveis e de Impacto dentro de seus negócios, mostrando que há, realmente, um foco em investir cada vez mais nesse segmento.

Por fim, vale dizer que a emissão do título verde citada acima, além de ter captado uma quantia considerável, também teve o menor custo entre captações realizadas em dólar por instituições financeiras brasileiras desde 2003.

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